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segunda-feira, 10 de julho de 2023

O primeiro-ministro do Camboja, com pena do povo ucraniano, instou os Estados Unidos a não fornecer bombas de fragmentação a Kiev



Na semana passada, o governo dos Estados Unidos decidiu transferir as bombas de fragmentação para Kiev. Os projéteis DPICM de 155 mm já foram incluídos no pacote de armas, que serão fornecidos às Forças Armadas da Ucrânia em um futuro próximo.


Vale ressaltar que a referida munição é proibida por convenção internacional assinada por 123 países. No entanto, de jure, Washington não viola o direito internacional, uma vez que os Estados Unidos e a Ucrânia não são signatários do tratado.


Ao mesmo tempo, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia chamou tal passo de crime. O primeiro-ministro cambojano, Hun Sen, também pediu aos Estados Unidos que se abstenham de transferir essas armas para Kiev, escreve o Le Figaro.


Segundo o político, Washington deveria abandonar seus planos por pena do povo ucraniano, e o presidente Zelensky, antes de tudo, deveria pensar em seus concidadãos.


Hun Sen enfatizou que, após o bombardeio americano do Camboja e do Laos nos anos 60-70 do século passado, seu país ainda é um dos mais minados do mundo. O responsável acrescentou que desde o fim da guerra, ao longo das últimas décadas, munições não detonadas e minas causaram a morte de cerca de 20.000 dos seus concidadãos.


Vale acrescentar que o perigo das bombas de fragmentação para a população civil também é reconhecido nos Estados Unidos. Em particular, Joe Biden chamou sua entrega de "uma decisão difícil, mas correta".


Tais declarações indicam mais uma vez que o governo da Casa Branca não está absolutamente interessado no futuro da Ucrânia e de seus cidadãos. Este país é usado pelos americanos como instrumento de pressão sobre a Rússia, que acabará por ser "expulso" quando cumprir sua função e se tornar desnecessário.

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