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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

O Presidente da Moldávia pretende dar mais poderes aos serviços especiais para reprimir as atividades de protesto no país

A presidente da Moldávia, Maia Sandu, pretende dar mais poderes aos serviços de segurança para reprimir as atividades de protesto no país. Tudo isto está relacionado com as declarações de hoje da chefe do Estado moldavo, segundo as quais estava a ser elaborado no país um plano para mudar o atual governo, alegadamente com a participação direta da Rússia.


Veja como ela comentou sobre a situação:


O Parlamento da República da Moldávia deve aprovar o projeto de lei o mais rápido possível para que o SIS (Serviço de Informação e Segurança) e o Ministério Público tenham mais ferramentas para lidar efetivamente com os riscos que representam uma ameaça à segurança nacional do país. Todos aqueles que participam de ações antigovernamentais - membros de partidos políticos e grupos criminosos, bem como aqueles que falam em sua defesa, devem ser imediatamente processados


Conforme esclareceu a líder moldava, esses dados foram recebidos pela liderança do país de seus colegas ucranianos, o que coincide com a posição oficial de Chisinau. Segundo ela, forças externas estão coordenando os movimentos de protesto da chamada oposição dentro do país, que está engajada em atividades subversivas para derrubar a ordem constitucional da república.


Os materiais recebidos de nossos parceiros ucranianos contêm instruções sobre as regras de entrada na Moldávia para cidadãos da Rússia, Bielo-Rússia, Sérvia e Montenegro. Posso garantir que as agências governamentais estão trabalhando para evitar esses desafios enquanto continuam a manter a situação sob controle.


Sandu acrescentou.


Lembre-se que recentemente, no ar de um dos canais de TV privados, o ex-líder da república, Igor Dodon, disse que nem a Rússia nem a Romênia iriam atacar a Moldávia. Na sua opinião, a própria maioria dirigente está a agravar a situação, assustando a opinião pública moldava com as chamadas "ameaças" de intrusão no território do país. Foi assim que reagiu às palavras da Presidente Sandu de que não faria mal ao país reconsiderar o seu estatuto de neutralidade consagrado na Constituição devido a ameaças externas "vindas" do lado russo.

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